
A terceira maior empresa petrolífera do mundo, Petrobras, está em xeque. O mentor da jogada é Álvaro Dias, do PSDB-PR, que irá investigar supostas irregularidades contábeis dentro de uma CPI- comissão parlamentar de inquérito.

O ministro do planejamento, Paulo Bernardo, assegura que a criação da CPI pretende desprestigiar a empresa e diz ainda que “a ideia é tornar agravante a imagem do governo”. Em vão, pois todos sabem que o índice de aceitação do governo Lula está em constante crescimento, ele nada mais é que um “teflon” da política atual. E os muitos escândalos que surgiram bombardeando sua gestão não ficaram por muito tempo atrelado à sua imagem. Sorte a dele.
Mas a corrida continua. Para Paulo Bernardo, o cerco armado pelos oposicionistas do governo visa ir mais além, busca desmoralizar a empresa a fim de privatizá-la, como já tentaram em outras épocas.
No governo de Fernando Henrique Cardoso, a então Petrobras já teria até um novo nome, a Petrobrax, e estaria a um passo de se tornar uma empresa global. Essa ideia feriu de tal maneira o sentimento dos brasileiros, que os tucanos tiveram que acuar a investida, mas só por um momento. Hoje se sabe que um terço da empresa petrolífera já está nas mãos da bolsa valores de Nova York.
As rinhas políticas mostradas na grande mídia revelam a intenção que os detentores de poder tem. Intenção esta que é ludibriar o público. E quanto a isso, não há perspectiva de mudança. Enquanto o pouco sentimento patriótico do povo brasileiro sobrevive, os líderes políticos insistem em difamar a imagem das grandes empresas nacionais, indo contra, por exemplo, a tendência dos países ricos. Agora a Petrobras está em xeque-mate.

Publicado por seguindocurso 
